quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Ano Novo, objetivo velho?




Há quantos anos você tem a palavra “emagrecer” na sua lista de objetivos?
...
 
Ainda não cansou disso?
...
 

Estará presente, de novo, na sua lista de 2013?
 
...

Até quando?


...

Até você se permitir deixar de ganhar com os quilos a mais e começar a se beneficiar com o emagrecimento. Deixe os quilos irem embora. Por qual motivo você ainda os prende?


Desapegue-se do que não lhe é mais útil.
 
 
Você pode ter vivido acima do peso uma vida inteira, mas agora chega, não é? Pra que continuar assim?

Se você não ganhasse nada, já teria emagrecido, não acha?

Enquanto temos em nossa lista “emagrecer” como objetivo e não resolvemos isso, deixamos outras metas fora ou com menos atenção. Mas, o principal, é que deixamos de viver plenamente a vida, deixamos de ser quem realmente somos...



Comprarei aquele lindo vestido somente quando estiver magra...

Passearei na praia de biquíni à vontade quando estiver com aquele corpo...
 
Serei realmente feliz quando subir na balança e estiver com o peso que eu quero...

O que mais?


...


Até quando?

...

A vida passa... as oportunidades também... e você ainda querendo emagrecer... 

O que lhe impede?
 
Lembre-se de algo que você queria muito e conseguiu. Como fez? O que o motivou? Havia algum desafio a superar? Como superou?

Ah, então você sabe do que é capaz...
 

Se não se lembra, lembre-se de que nascer, aprender a andar, falar, ler, escrever, são fases que, creio, passou por elas e, digamos, todas têm seus desafios, não é mesmo?

Faça de 2012 o ano do seu emagrecimento definitivo e renove sua lista de objetivos de uma vez por todas! Torcida você já tem! Estou por aqui!

Forte abraço,
 
Roberta Alves


Siga-me no Twitter: @Roberta_Allves
 
  
Deixe abaixo seus comentários sobre o texto e o blog.
Solicite prévia autorização por meio do endereço: roberta@robertaalves.com para divulgar as informações contidas neste blog.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Comer é a sua única fonte de prazer?




Já parou para pensar sobre isso?
É ou não é?

Às vezes, pode não ser a única, mas a maior, ou a de mais fácil acesso, talvez...
“Adoro comer!”. Já pensou, falou ou ouviu isso? É familiar a você?

Mas, quando ouço alguém dizer, questiono.

Vamos lá: o que você diz gostar tanto, mas quer que acabe rápido e faz com pressa?
Quando sai de férias, costuma querer que passe rápido o tempo e volte logo a trabalhar?

Quando está em agradável companhia, quer que o tempo voe e esse momento deixe de existir?
Creio que não. Então, por que quando come, já que diz gostar tanto, faz isso de maneira rápida, sem mastigar direito? Isso é gostar realmente? Ou é preencher com comida o que talvez você não goste tanto assim?

...

O que lhe dá prazer, faz bem a você, feliz?
Sugiro que escreva em um papel, sozinho, num momento tranquilo, o que lhe dá prazer de verdade, sinceramente. Dê preferência ao que lhe seja benéfico, sem prejudicar ninguém, nem a si mesmo. Procure não julgar o que vier como resposta, nem pensar muito. Sinta e escreva, escreva e sinta. Ouça você mesmo mais do que pense sobre o assunto. Se quiser, vá completando essa lista nos próximos dias, quando se lembrar de algo, de alguém etc.

Ótimo! Tem agora várias coisas interessantes para fazer, pensar, com quem estar, quando sentir necessidade de ter prazer. Não precisa mais recorrer à comida como válvula de escape. Por isso, é indicado que tenha várias opções em mãos, assim pode escolher a que mais lhe agrada no momento ou a que é possível ter ou fazer no momento.
Dance, ouça a sua música preferida, cante, grite, ande com os pés no chão, durma, ligue para alguém legal, assista a um filme deslumbrante, chore, escreva, acesse suas redes sociais, tome banho, beba água, viaje, leia um bom livro, namore, dê um abraço, beije, veja fotos, brinque com seu bichinho de estimação, tenha um bichinho de estimação, enfim, viva! Há muito que se fazer na vida para ter prazer.

Lembrando que optar por sentir o desprazer, permitir-se isso, sem querer que ele vá embora desesperadamente, pode também ser uma opção que, depois, irá gerar um alívio prazeroso por ter tido a coragem de conhecer suas sombras e levar claridade até elas.
É só escolher o que você prefere... escolher a sua fonte de prazer.

Pra mim, escrever aqui e poder contribuir de alguma forma para o seu emagrecimento definitivo, é uma delas.

Abraço!

Roberta Alves

Siga-me no Twitter: @Roberta_Allves

 
Deixe abaixo seus comentários sobre o texto e o blog.
Solicite prévia autorização por meio do endereço: roberta@robertaalves.com para divulgar as informações contidas neste blog.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Comemoração: 4 anos no ar!


No último 24 de julho o "Faça as Pazes com a Balança" completou 4 anos!

De lá pra cá foram muitos posts, vários temas abordados, e-mails e comentários recebidos de muitas partes do Brasil e de outros países.

Escrevo para agradecer pela sua companhia! Obrigada por me inspirar nesse trabalho, por compartilhar suas histórias comigo e me permitir saber como o que coloco aqui chega até você.

Poder compartilhar conhecimentos, estudos, vivências e sentimentos é muito bom. Torço por cada um de vocês e desejo sucesso, muito sucesso no emagrecimento definitivo de cada querido leitor, que assim deseja o mesmo.

Que venham mais 4 anos...

Forte abraço!

Roberta Alves
Seja meu amigo no Facebook: roberta.alves3 (peço que se identifique como vindo do blog)
Siga-me no Twitter: @Roberta_Allves
 
Solicite prévia autorização por meio do endereço: roberta@robertaalves.com para divulgar as informações contidas neste blog.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O que você está esperando para emagrecer?



Você já se fez essa pergunta antes?

E aí? Qual é a resposta?

Está à espera de um milagre?

Da famosa segunda-feira?

Daquele feriado prolongado chegar e, depois disso, você começa?

O verão se aproximar?

Você acordar de bom humor e entusiasmado?

Receber um incentivo de alguém?

Sair alguma matéria na televisão ou em alguma revista e, a partir daí, você conseguir ânimo para começar?

O que mais...?

E vai esperar até quando? Quanto?

Você já está esperando desde que mês? Desde que ano? E vai continuar assim?

Segundo o dicionário Houaiss, esperar significa “ter esperança (em), contar com, confiar em”, como também “não agir, não tomar decisões”.

Você já parou para pensar que enquanto esperamos para emagrecer, escolhemos e decidimos continuar acima do peso, dia após dia...

Essa é a sua escolha?

Vai adiar mais um dia? E até quando?

O que faz com que você adie?

O que impede você de virar a mesa e dizer "chega"? "Basta"!

Que tal decidir, só por hoje, mudar, fazer diferente, pensar diferente, comer diferente, mastigar diferente? Sentir diferente? Só por hoje. Um dia de cada vez. Amanhã, não sei, mas decido o hoje, o aqui e agora, decido mudar, eliminar o que não me serve mais, o que me sobra, o que me excede, o que não me é mais útil, o que é desnecessário. Que tal? Um dia de cada vez. Um dia que se soma a outro, a outro, a outro e a história de uma vida toma novo rumo, tem novas cores e diz algo novo. E tudo começou em um dia, em uma decisão que foi tomada e mantida: o querer real e sincero de ser o que podemos realmente ser, e não nos contentar com o mínimo de nós mesmos, a não ser que esse mínimo seja o nosso todo, algo que me permito duvidar...

Eu não sabia que tinha tanta força, até que fui testada pela vida. O teste por si só não me revelou muito. Mas, quando eu me permiti enfrentar o que eu mais temia, aí sim: eu fui apresentada a mim mesma... (Roberta Alves)

Abraço!

Caso queira, dê o seu voto para este blog no link ao lado: Prêmio TopBlog. Obrigada!

Roberta Alves
Seja meu amigo no Facebook: roberta.alves3 (peço que se identifique como vindo do blog)
Siga-me no Twitter: @Roberta_Allves

Solicite prévia autorização por meio do endereço: roberta@robertaalves.com para divulgar as informações contidas neste blog.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Perguntas sobre emagrecimento


Na reeducação alimentar nos é ensinado que devemos comer a cada 3 horas. Mas, e se eu não tenho fome? Devo comer mesmo assim? Respeitando o horário?

Uma alimentação para emagrecer é diferente de uma pra manter o peso?

Recebi as questões acima de uma querida leitora e resolvi escrever este post para respondê-las, já que podem ser dúvidas de outras pessoas também. Então, vamos lá!

O emagrecimento, sobre o qual escrevo aqui, dou o nome de reeducação comportamental e não alimentar, uma vez que o foco está na mudança de comportamento e não no alimento em si.

A forma como emagreci, e me mantenho atualmente, tem como base comer somente na fome biológica (do corpo propriamente dita), durante 20 minutos, mastigando bem, até a saciedade chegar. Então, se não estou com fome, deveria comer mesmo assim? Responda você mesmo. O que acha? Se o corpo não pediu, por qual motivo seria necessário comer? Se eu não estou com fome, como sentirei a saciedade chegar para poder parar de me alimentar?

O nosso corpo já tem seu mecanismo natural de quando é realmente preciso comer e até que ponto, isto é, quando parar. E por que não utilizá-lo?

Em relação à segunda pergunta, respondo que a alimentação (leia-se: o modo de comer e não o tipo de alimento) é a mesma para emagrecer e para manter o peso, por isso o emagrecimento pode ser definitivo. Treinamos comendo de tudo para depois nos mantermos magros comendo de tudo.

Como irei aprender algo novo, como comer adequadamente, se eu me privar de vários tipos de alimentos para poder emagrecer? - a não ser que seja indicação médica, aí é diferente -. Tudo bem, emagreci, por exemplo, 15kg e agora? Como vou me manter sem esses quilos todos voltando a comer o que antes comia quando estava acima do peso, se eu não treinei e não aprendi a lidar com o alimento de uma forma mais equilibrada? E mais: se eu não mudei meu comportamento e somente deixei de consumir alguns alimentos que, uma hora ou outra, terei de encará-los novamente, como vou continuar magro?

Propositalmente deixo aqui mais questões do que respostas prontas, porque meu objetivo não é apresentar algo fechado, mas sim possibilidades, trazer informações e visões novas, ampliar a consciência em relação ao emagrecimento. O principal está em seu interior e em suas próprias mãos!

Abraço!

Roberta Alves
Seja meu amigo no Facebook: roberta.alves3 (peço que se identifique como vindo do blog)
Siga-me no Twitter: @Roberta_Allves

Solicite prévia autorização por meio do endereço: roberta@robertaalves.com para divulgar as informações contidas neste blog.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Agradecimento


Agradeço a todos que participaram de minha palestra ontem (23) sobre "Emagrecimento com Foco Comportamental", no Sindicato dos Bancários do ABC. Foi ótimo! Adorei! A participação com perguntas também foi bastante produtiva. Leia matéria publicada a respeito: http://bit.ly/fPPYeo.

Por ter sido um evento somente para os bancários, não divulguei a realização aqui no blog. Assim que tiver uma palestra aberta, convidarei todos vocês.

Aproveitando, estou em busca de locais para realizar palestras/cursos sobre emagrecimento. Pode ser em São Paulo ou em outros Estados. Contato: roberta@robertaalves.com.

Abraço!
Roberta Alves
roberta@robertaalves.com
Seja meu amigo no Facebook: roberta.alves3 (peço que se identifique como vindo do blog)
Siga-me no Twitter: @Roberta_Allves

Solicite prévia autorização por meio do endereço: roberta@robertaalves.com para divulgar as informações contidas neste blog.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Antes de emagrecer...


Atendendo a pedidos, publico foto de quando estava acima do peso. Abaixo conto a minha história, que é o primeiro post deste blog.

Desde criança, sempre fui magrinha. Minha mãe costumava dizer que eu "comia como um passarinho". Sentava à mesa para almoçar ou jantar com minha família, mas, geralmente, era a última a terminar a refeição. Eu não gostava muito de comer comida, principalmente. Enrolava tanto que a refeição até esfriava e tinha de "raspar o prato" assim mesmo.

Em uma determinada época, eu realizava várias atividades, por minha própria escolha: escola, datilografia, inglês, alemão e ainda estudava ballet em dois lugares. Acabava nem tendo tempo de almoçar entre a ida de uma escola de dança a outra. Então, levava fruta e esse era o meu almoço. Acabei emagrecendo, sem querer, mas me sentia bem assim, mais leve e estava saudável.

Sempre gostei de comer doces, mas nesse período percebi que comecei a consumir mais, especialmente na parte da tarde. Acredito que por querer compensar sentimentos internos conflitantes e incompreendidos com algo macio, saboroso, que me proporcionasse sensação prazerosa e agradável.

No último ano do colegial - como era chamado na época em que estudava – eu estava com 17 anos de idade. A preocupação com os estudos começou a ficar de lado e aos poucos fui engordando...

Acabei tendo que deixar o ballet para trabalhar e pensar em fazer uma faculdade. Tinha receio de engordar por ficar sem a dança e engordei. Durante um tempo até pensei que fosse por ter deixado o ballet, mas já estava engordando no último ano de dança e depois compreendi que esse não era o real motivo.

Foi passando o tempo e de 42 kg cheguei a 60 kg, com 1,52 que tenho. Comecei a ter dores no joelho pelo excesso de peso, sentia cansaço ao subir escadas e vergonha de sair na rua. Quando encontrava alguém que havia me conhecido magra, mudava de calçada para não ser reconhecida. Tinha vergonha do que havia me transformado.

Acordava pensando em comida, passava o dia inteiro comendo e até sonhava com alimentos. Comer me aliviava e me torturava ao mesmo tempo, porque a sensação de culpa após a compulsão alimentar era quase insuportável.

Muitas vezes comia até não agüentar mais, geralmente quando estava sozinha, de maneira rápida, grotesca, e dizia pra mim mesma que sempre seria a última vez, mas acabava recomeçando o ciclo no dia seguinte. Escondia comida no guarda-roupa, debaixo da cama, vivia com doces na bolsa. Ia ao supermercado e gastava um valor alto somente com besteiras (sorvetes, bolachas, chocolates etc.). Acabava comendo até o que não gostava.

Na frente das pessoas quase não comia e tentava me controlar um pouco. Também, geralmente estava empanturrada do que havia comido anteriormente.

Dois momentos foram importantes para eu começar a ter noção do que estava fazendo comigo mesma. Um deles foi quando uma pessoa conhecida minha disse que havia comentando de mim para um colega nosso, que disse algo assim: “Ah, aquela gordinha?”... Minha gordura havia virado referência. “Eu, gordinha?”, foi o fim.

O segundo momento: estava vendo algumas fotos de um lugar onde fui com alguns colegas. Especialmente em uma delas vi uma menina de costas que não reconheci e achei estranho porque não a tinha visto no local e nem sabia quem era. Estava quase perguntando para a pessoa que me trouxe as fotos quem era aquela garota, quando tive uma sensação estranha, quase como um susto, e me reconheci, era eu que estava daquele tamanho na foto!

Ao todo foram sete anos com excesso de peso e um kit completo de tentativas frustradas para emagrecer:

- várias dietas até não suportar mais viver de saladas e coleção de regimes que as pessoas me falavam ou que eram publicados em revistas;

- idas e vindas a endocrinologistas, com remédios que me tiravam a fome e levavam junto a vontade de viver, até injeções doloridas para diluir as gorduras;

- exercícios em excesso - em um mês de férias vivi praticamente dentro da academia e emagreci 7 kg, mas os adquiri rapidamente depois;

- participação em vários grupos para emagrecer;

- uso abusivo de laxantes;

- jejuns;

- tentativa de me tornar bulímica, felizmente frustrada;

- terapia etc.

Enfim, não suportava mais viver dentro de meu próprio corpo. Pensei em desistir e aceitar toda aquela gordura, para poder ter um pouco de trégua. Mas, entregar a minha vida daquela forma era não lutar por algo que era capaz de ter e ser. Sabia disso.

Então, a busca pelo emagrecimento definitivo continuou. Até que por meio da compreensão do porquê de ter engordado, como agia para continuar gorda e o que precisava fazer para emagrecer, meu objetivo foi se tornando realidade. Emagreci de dentro para fora. Não foi fácil, nem rápido, mas possível. Eliminei ao todo 18 kg.

Neste ano comemoro quatorze anos que sou magra novamente e feliz por ter mostrado a mim mesma que é possível comer de tudo e estar em paz com a balança.

Forte abraço!

Roberta Alves
Seja meu amigo no Facebook: roberta.alves3 (peço que se identifique como vindo do blog)
Siga-me no Twitter: @Roberta_Allves

Solicite prévia autorização por meio do endereço: roberta@robertaalves.com para divulgar as informações contidas neste blog.